Epilepsia em cachorros: perigos e cuidados com a doença
Epilepsia em cachorros: perigos e cuidados com a doença

Epilepsia em cachorros: perigos e cuidados com a doença

Não é novidade que os cachorros podem desenvolver diversas doenças semelhantes a nós, seres humanos. A epilepsia também pode acontecer em cachorros e é muito mais comum do que se possa imaginar. Mas não se apavore! Os animais que tem diagnóstico de epilepsia canina podem ter uma condição de vida normal, só exigem um pouco mais de cuidados e atenção.

A epilepsia canina não tem uma causa definida e nem um sintoma comum a todos os casos. Além disso, a doença pode atingir diversos níveis. A epilepsia primária, ou genética, como diz o nome já nasce com o peludo e se manifesta, geralmente, depois dos três anos de idade. Esse é o caso mais raro da doença e acontecem, geralmente, em animais de raça pura por causa da consanguinidade.

Cachorros com epilepsia podem levar uma vida normal

A doença pode ser também adquirida, que é conhecida como epilepsia secundária. Ela é consequência de algum trauma físico, como uma batida forte na cabeça e até por envenenamento. Esse tipo pode acontecer em qualquer idade.

Ainda há a possibilidade da epilepsia canina ser decorrente a algum tumor ou alteração no cérebro do seu amigo. Se esse for o caso, ele deve ser tratado imediatamente.

Eu consigo identificar a epilepsia canina?
Sim! Mas é necessário muita atenção ao comportamento do seu cachorro uma vez que a epilepsia canina pode se manifestar em vários níveis, como desde pequenos espasmos, passando por comportamentos estranhos, até ataques fortes seguidos de convulsão.

O nível mais brando da epilepsia canina, é ver o seu cão espumando muito ou parecendo tonto sem controle do próprio corpo. Ele deve ser levado ao médico veterinário.

Já nos casos mais graves, além de espumar, o cachorro cai, fica sem qualquer controle dos membros parecendo que está tendo grandes espasmos. Se você passar por essa situação com seu melhor amigo, você deve ter o máximo de cuidado para que ele não se machuque ou morda a própria língua. Não hesite em levá-lo ao médico veterinário imediatamente.

 

Alguns cães com o diagnóstico de epilepsia demoram meses para ter outro ataque, no caso da doença mais branda. Se for mais severa, os ataques acontecem com mais frequência e o remédio deve acompanhar o seu amigo o resto da vida. Atenção! Nunca dê qualquer medicamento ao seu cachorro se não for prescrito por um médico veterinário.

Como qualquer doença é preciso ter cuidado, seguir as orientações do médico veterinário e muita paciência. Se seu amigão foi diagnosticado com epilepsia, não se aborreça ou se preocupe, ele pode levar uma vida normal, desde que você siga os passos do veterinário.

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